Ad Hitlerum ou – Hitler era cristão!

Por , 27 de janeiro de 2012 17:04

Fonte Sentir Com a Igreja

Com vergonha do legado assassino dos regimes comunistas ateus do Século XX, os líderes ateístas buscam empatar o placar com os crentes ao retratar Adolf Hitler e seu regime nazista como sendo teístas, mais especificamente Cristãos. Os websites ateístas rotineiramente alegam que Hitler era Cristão porque nasceu Católico, nunca renunciou ao seu Catolicismo e escreveu em Mein Kampf: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”. Os escritor ateu Sam Harris escreve que “o Holocausto marcou o auge de … 200 anos dos Cristãos fulminando os Judeus”, portanto, “sabendo disso ou não, os nazistas eram agentes da religião”.

Quão persuasivas são essas alegações? Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista. Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram. O historiador Allan Bullock escreve que desde cedo, Hitler “não tinha tempo algum para os ensinos do Catolicismo, considerando-o como religião adequada somente para os escravos e detestando sua ética”.

Então como nós explicamos a alegação de Hitler de que ao conduzir seu programa anti-semítico estava sendo um instrumento da providência divina? Durante sua ascensão ao poder, ele precisava do apoio do povo alemão – tanto os Católicos da Bavária quanto dos Luteranos da Prússia – e para se assegurar disso ele utilizava retórica do tipo “Estou fazendo o trabalho do Senhor”. Alegar que essa retórica faz de Hitler um Cristão é confundir oportunismo político com convicção pessoal. O próprio Hitler diz em Mein Kampf que seus pronunciamentos públicos deviam ser entendidos como propaganda, sem relação com a verdade, mas planejados para influenciar as massas.

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A Pontifícia Academia de Ciências, o Vaticano e a Ciência

Por , 19 de janeiro de 2012 16:24

Caros leitores, não poderia deixar de publicar aqui no site a excelente entrevista concedida por um membro da Pontifícia Academia de Ciências, Rafael Vicuña, ao meu colega Márcio Campos responsável pelo excelente trabalho no Tubo de Ensaios.

Esta entrevista é ideal para aqueles ateuzinhos de boteco anti-cristãos ou humanistas seculares adoradores de porcelanas voadoras e de si mesmos que insistem em divulgar que a Igreja Católica é contra o avanço científico ou que Ciência e Fé são incompatíveis.

***

A partir de hoje, a Pontifícia Academia de Ciências promove um simpósio internacional de quatro dias sobre Física subnuclear; a julgar pelo programa, até a recente experiência com neutrinos supostamente mais velozes que a luz será avaliada. E, a julgar pelo tema, o bioquímico chileno Rafael Vicuña não deve estar presente.

Membro e diretor da Academia, ele explica que este tipo de evento é reservado apenas aos especialistas no assunto. Vicuña foi um dos palestrantes do VI Congresso Latino-Americano de Ciência e Religião, de que participei na Cidade do México entre os dias 19 e 21, e tratou do tema “O que é a vida? Algumas noções a partir da Bioquímica (para um diálogo com a Teologia)”. Perto do encerramento, ele me deu a seguinte entrevista, enquanto pedia para não deixar de mencionar o orgulho que sentia na semana em que seu time, o Universidad de Chile, havia goleado o Flamengo no Rio de Janeiro:

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Carta de um Reacionário

Por , 18 de janeiro de 2012 20:44

Reproduzo aqui um texto adaptado do comentário do Flávio Morgenstern ao poste do Reinaldo Azevedo. A razão é simples, por dois motivos: primeiro, pelo apoio ao Flávio! E, segundo,oras, vale a pena ler e compreender que não só de pão vive um homem! Vada a bordo, cazzo! Pra lembrar que é na hora do náufrago que o capitão não deve abandonar a nave.

Eu sou uma pessoa declaradamente de direita. Defendo o liberalismo, aquela bela doutrina da liberdade que Marx chamou de “capitalismo”. Tenho dados que mostram que defendo o sistema em que pobres enriquecem, mas isso irrita qualquer esquerdista, que só quer que pobre enriqueça se for com eles no poder – do contrário, é “eleitoreiro”. Sou a favor de tudo o que eles detestam (o que inclui tudo o que é bom no mundo).

Pra ser “pior” [...] ainda não vejo problema com o termo “reacionário”: reacionário é apenas quem espera reações das ações. Como já definiu G. K. Chesterton a respeito da Educação (excelente texto disponível aqui), não é que alguém se torna reacionário com a experiência: alguém apenas aprende que as coisas reagem, e sobretudo COMO reagem, antes mesmo de um novo experimento idêntico ser colocado em curso. Um homem que aponta uma arma e atira numa doninha, num rei ou num elefante, ao contrário de um infante (ou um revolucionário), sabe que cada um desses atos terá uma reação diferente – isso é ser experiente, mesmo sem nunca ter pegado numa arma e atirado. Para tal experiência, urge ler, analisar, conhecer o mundo e determinar suas regras inescapáveis.

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Mulheres na Idade Média

Por , 17 de janeiro de 2012 13:51

Quando o assunto é Idade Média algumas pessoas até levantam da cadeira para esbravejar, agora quando o assunto é Idade Média e Mulher, bom, aí é bem provável que você arrume um inimigo. Infelizmente o cenário intelectual tem muito a ser mudado. Poucas pessoas estão realmente empenhadas em deixar os livros do parquinho de lado e buscar um conhecimento mais sólido sobre um assunto tão interessante.

Nem Trevas nem Luz, apenas história de verdade! Aqui no site mesmo, dentro das minhas forças, faço de tudo pra derrubar os mitos criados em torno desse “período fantasma” da História. Encontrei este excelente texto de Régine Pernoud. A Idade Média: O que não nos ensinaram.  Disponível no site Idade Média*Glória da Idade Média. Vale uma reflexão!

“Precisamente por causa da valorização prestada pela Igreja à mulher, várias figuras femininas desempenharam notável papel na Igreja medieval. Certas abadessas, por exemplo, eram autênticos senhores feudais, cujas funções eram respeitadas como as dos outros senhores; administravam vastos territórios como aldeias, paróquias; algumas usavam báculo, como o bispo…

Seja mencionada, entre outras, a abadessa Heloisa, do mosteiro do Paráclito, em meados do século XII: recebia o dízimo de uma vinha, tinha direito a foros sobre feno ou trigo, explorava uma granja… Ela mesma ensinava grego e hebraico às monjas, o que vem mostrar o nível de instrução das religiosas deste tempo, que às vezes rivalizavam com os monges mais letrados.

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Sabedoria e Perfeição

Por , 17 de janeiro de 2012 13:18

Que Santo Tomás de Aquino é um grande filósofo ninguém duvida, mas pouco se fala de sua obra como a de um Mestre espiritual. Depois de uma longa reflexão em sua Suma sobre a questão da bem-aventurança e as origens da virtude e os frutos dos dons do Espírito Santo, Tomás nos coloca no coração do sentido último da perfeição da alegria.

É só uma pequena amostra de que o gigante metafísico é também um gigante em nos ensinar um caminho espiritual a ser trilhado com a veracidade da coragem. O que significa fazer da vida uma narrativa em busca da perfeição. Eis o mugido do “Boi Mudo da Sicília”.

A perfeição da alegria é a paz, sob dois aspectos. Primeiro, quanto ao repouso das perturbações exteriores, pois não pode desfrutar perfeitamente bem do amado quem é perturbado por outras coisas nessa fruição. Ao contrário, quem tem o coração perfeitamente pacificado por um único objeto, por nenhum ato pode ser molestado, pois considerada tudo mais como nada. (…)

Segundo, a paz é também a perfeição da alegria, no sentido de que ela acalma a instabilidade dos desejos, pois não goza da alegria perfeita quem não se satisfaz com o objeto que o alegre. Ora, a paz exige duas coisas: que não sejamos perturbados pelas coisas externas e que os nossos desejos descansem num só objeto. (1a 2ae q.70 a.3.)

Algumas considerações sobre Fé e Razão, Religião e Ciência.

Por , 16 de janeiro de 2012 18:59

Um amigo me colocou uma série de questionamentos sobre Ciência e Religião pelo Facebook. Vou tentar responder de forma rápida deixar o debate aberto. Como lá no Facebook o debate tende a se perder, achei interessante colocar aqui parte da discussão.

Não entendo por qual motivo a fé e a razão terem que andar juntas, ou que as duas devam se complementar… A não ser que digas que se eu aceitar a ciência – mesmo que a popular – e acreditar numa formiguinha salvadora messiânica, ou qualquer outro Deus… A ciência mostra o posto onde a religião deve estar – quieta e sossegada na vida de cada indivíduo, e não sendo propagada como respostas para o que ainda não foi descoberto. E outra: qual a importância real de respondermos ou acharmos que são importantes estas questões sobre a vida, morte e tudo mais?

Religião e Ciência não estão em conflitos pois tratam de duas coisas, ou melhor, buscam responder perguntas distintas. Religião busca compreender os fundamentos primeiros e últimos, sobretudo os últimos, a respeito do sentido da vida como um todo e do drama da existência humana, enquanto a Ciência busca a compreensão genuína da causa de determinados eventos. Uma lida com a pergunta: “qual o fim último do drama da existência humana?” e a outra: “qual a causa real de certos eventos?”.

Fé e Razão são duas formas da capacidade cognitiva do Homem. Fé é um ato voluntário em eventos que, por definição, não são evidentes para a razão, caso fosse evidente para a razão, não precisaria, ou melhor, não seria um ato de Fé. Por exemplo, você tem Fé que amanhã acordará, que sua casa estará no lugar, quando abrir a geladeira o leite não estará azedo, Fé que é filho dos seus pais, que teu cachorro não vai te morder, que tua namorada te ama, que vai passar no vestibular etc… você tem fé em coisas o dia todo. Há atos de fé mais corriqueiros e outros mais profundos. Então, Fé é uma forma de conhecimento, fundada num ato de assentimento.

A Ciência não mostra o oposto da Fé coisa nenhuma. A Ciência também é fundamenta em Fé. Ela pressupõe a existência de certas coisas a partir de um ato de fé. Por ex. A biologia pressupõe a existência da vida, da matéria. O objetivo da Biologia não é provar a vida, pois seria uma petição de princípio. Seu objetivo é explicar a vida. A Física pressupõe a matéria, o movimento. A Matemática, os números e suas propriedades. Todas pressuposições são, em linhas gerais, atos de Fé.

Essa ideia de que a Religião deve estar quieta e sossegada é pura bobagem de quem esconde as principais premissas de sua visão de mundo. Eu não acho que você deve estar quieto por ser materialista, ateu, humanista, seja lá o que você for e quais crenças no seu destino e no destino da humanidade você guarda. Os pressupostos fundamentais da sua cosmovisão de mundo é tudo aquilo que impulsiona você a partilhar uma ideia como essas. Eu poderia dizer exatamente o mesmo fundamentado em seu próprio raciocínio. Toda cosmovisão de mundo é no fundo uma visão religiosa de mundo. Já que ela lida com premissas fundamentais a respeito da totalidade, propósito e finalidade de todas as coisas, ou seja, ela lida com o todo.

Mensagem de Natal

Por , 22 de dezembro de 2011 14:38

 

« Não tem aparência bela nem decorosa
para atrair os nossos olhares…
Foi desprezado e evitado pelos homens,
homem das dores, familiarizado com o sofrimento;
como pessoa da qual se desvia o rosto,
desprezível e sem valor para nós.
No entanto, ele tomou sobre si as nossas enfermidades
carregou-se com as nossas dores,
e nós o julgávamos açoitado
e homem ferido por Deus e humilhado.
Mas foi transpassado por causa dos nossos delitos,
e espezinhado por causa das nossas culpas.
A punição salutar para nós foi-lhe infligida a ele,
e as suas chagas nos curaram.
Todos nós, como ovelhas, nos desgarrámos,
cada um seguia o seu caminho;
o Senhor fez cair sobre ele
as culpas de todos nós ». (Is. 53, 7-9.)

Santo Tomas de Aquino – Mestre Espiritual

Por , 16 de dezembro de 2011 14:19

Compre o livro aquiGostaria de partilhar com os leitores do site essa magnífica obra de Jean-Pierre TORREL, OP, sobre a concepção de espiritualidade em Santo Tomas de Aquino. Todos sabem que Santo Tomas é sempre explorado e reconhecido muito mais como um grande erudito e um lógico rigoroso do que propriamente como um mestre de espiritualidade cristã. Esta obra explora e ajuda a superar essa lacuna nos colocando diante de um gigante mestre de espiritualidade cristã.

Nas atuais discussões sobre religião e ateísmo já é lugar comum ler de ateus que a crença em Deus é injustificada e que não passa de tolice acreditar numa coisa que pode ser comparada a um conto de fadas. Os teístas, embalados pela crítica atéia, se esforçam ao máximo pra tentar responder que a crença em Deus pode sim, e é, racionalmente justificada. Argumento aqui, falácia ali, tréplica lá e blábláblá ninguém converte ninguém e as únicas conquistas desse tipo de debate, um embate de ego, são gratuitas inimizades!

Por que vale a pena ler um livro como esse? Simples! Pra entender com profundidade o que é Teologia! Entender, conseqüentemente, qual a vital relação entre fé e razão no âmbito de uma vida teologal e não no âmbito de um mera jogatina erística pra ver quem tem o melhor argumento.  Como diz Jean-Pierre TORREL ao longo do livro: “Antes de tudo, a teologia é uma expressão de vida teologal, uma atividade em que as virtudes da fé, da esperança e da caridade são exercidas plenamente” (TORREL, p. 17). Certamente não houve filósofo que melhor e mais profundamente conduziu sua vida segundo esse critério.

“Para Tomás, como para a Bíblia, a fé é a adesão vital de toda a pessoa à Realidade divina em si mesma, que a pessoal alcança pela fé mediante as fórmulas que a manifestam a nós. Esse vínculo da teologia com a fé está sublinhado na expressão “inteligência da fé” (intellectus fidei) ou nesta outra, “a fé que procura conhecer” (fides quaerens intellectum). [...] Na oração final de sua grande sobre a Trindade, quando presta contas a Deus daquilo que quis fazer, santo Agostinho, explica [o coração da relação entre fé e razão, o que todos os cristãos precisam estar atentos]: Dirigindo meus passos segundo esta regra de fé, eu Te procurei quanto pude; eu desejei ver pela inteligência o que possuía pela fé” (TORREL, 17)

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A Nobreza do Fracasso

Por , 15 de dezembro de 2011 11:54
Por Martim Vasques da Cunha/ Dicta&Contradicta

“Julgo que Deus nos expôs, a nós, apóstolos, em último lugar, como condenados à morte: fomos dados em espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens. Somos loucos por causa de Cristo, vós, porém, sois prudentes em Cristo; somos fracos, vós, porém sois fortes; vós sois bem considerados, nós, porém, somos desprezados. Até o momento presente ainda sofremos fome, sede e nudez; somos maltratados, não temos morada certa e fatigamo-nos trabalhando com as próprias mãos. Somos amaldiçoados, e bendizemos; somos perseguidos, e suportamos; somos caluniados, e consolamos. Até o presente somos considerados como o lixo do mundo, a escória do universo”.

(1 Coríntios 4:9-13)

O drama da pedagogia

“A Nuvem da Ignorância” (The Cloud of Unknowing) é um texto místico inglês redigido em meados do século XIV. Seu autor é um monge cartuxo e até hoje ninguém sabe a sua verdadeira identidade. Contudo, o que está em jogo não é a sua autoria ou uma discussão sobre sua legitimidade como “experiência” passível de incoerência, como supõem alguns pesquisadores intoxicados pelos sentimentos de “progresso” e “modernidade”. Há neste texto uma substância mais profunda e que talvez nos ajude a entender um pouco da nossa atual situação; esta substância, que se preserva do século XIV até os nossos tempos, se revela na própria estrutura do escrito e deve ser analisada lentamente pois não se trata de uma ata documental ou dogmática, mas sim de uma descrição da experiência mística, em que o monge tenta relatar a alguém o que é esta experiência e como ela pode ser usufruída.

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RUSSELL KIRK E A FILOSOFIA CONSERVADORA DA CULTURA: CONVERSA COM ALEX CATHARINO

Por , 4 de dezembro de 2011 11:35

Fonte: Diálogos Exemplares

Compre o livroEntre dezembro de 2011 e dezembro de 2012, a editora paulistana É Realizações irá lançar pela primeira vez no Brasil quatro livros do filósofo americano Russell Kirk (1918-1994): “A Era de T. S. Eliot: A Imaginação Moral do Século XX” (com tradução de Márcia Xavier de Brito), “A Política da Prudência” (tradução de Gustavo Santos), “A Mentalidade Conservadora: De Edmund Burke a T. S. Eliot” (tradução de Eduardo Wolf) e “Edmund Burke: Redescobrindo um Gênio” (tradução de Márcia Xavier de Brito), segundo a ordem de lançamento prevista pela editora. A pedido da viúva do filósofo, Annette Kirk, a revisão técnica das edições nacionais ficou a cargo do casal de pesquisadores Márcia Xavier de Brito e Alex Catharino, que desde 2008 vem realizando pesquisas no Russell Kirk Center for Cultural Renewal (RKC), no estado natal de Kirk, Michigan (EUA). Catharino ficou responsável, também, pela escolha da ordem das obras a serem publicadas e, a pedido do editor da É Realizações, Edson Manoel de Oliveira Filho, escreveu os ensaios introdutórios de cada uma delas. Na entrevista a seguir, Catharino analisa minuciosamente o pensamento de Kirk, sua influência na tradição conservadora e na política americana, esmiúça os principais aspectos de sua obra e a relaciona com a realidade cultural brasileira. Não é nenhum exagero dizer que esta conversa é uma excelente introdução ao pensamento do homem que ajudou a colocar Ronald Reagan na presidência dos Estados Unidos.

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UPDATE: Alex informa que os lançamentos do livro “A Era de T. S. Eliot”, com palestras de sua autoria e de Annette Kirk, serão no dia 8 de dezembro (quinta-feira), a partir das 19h no Espaço Cultural da É Realizações em São Paulo e dia 10 de dezembro (sábado) no mesmo horário na Livraria Cultura do São Conrado Fashion Mall no Rio de Janeiro.

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